17 de julho de 2011
Tudo que escrevo está voltado a outras pessoas, ao querer e não querer. Aos que ajudei, aos que magoei, aos que defendi. Mas não é isso que eu preciso escrever, ao passar dos dias a sua ausência aumentou, a falta, a saudades, todos culpam os acontecimentos de hoje a sua partida, a sua doença, está certo? Esse efeito que você tinha com cada uma de nós foi caindo não é? Estamos mudando, amadurecendo, aprendendo e ainda sim você está longe, tão longe. Uma mente destruída, uma criança aos prantos, um corpo destruído, uma família sem rumo, o clima de dor, as lembranças, uma tola. É isso que nos tornamos sem você, viveremos procurando por respostas, morreremos e iremos ao seu encontro, novamente viveremos, o que agora pode ser angustia, o que parece ser dor, um dia irá virar uma nova alegria, irá virar novas perguntas, tudo vai mudar. Mas esteja sempre aqui, sempre junta de nos, não sei se ainda consigo mostrar o meu amor, se você ainda consegue sentir a saudade em cada mente, em cada palavra, de cada pessoa, mas me desculpe por ter sido tão estúpida, e não ter dado a atenção aos fatos a realidade, eu pedi e não fui atendida, e então eu escrevo sem esperar por uma resposta. Eu escrevo a você, a todos, eu escrevo para mim, escrevo pelo amor, pela saudades, com lágrimas, é referente ao incomum, há uma coisa que nem eu mesma entendo...
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