Levante, vá embora, saia de perto desses mentirosos
Tudo isto parece estranho e falso, as mentiras estão surgindo mais rápido do que eu esperava e agora eu posso ver que não cabe a mim decidir o que dará certo, não cabe mais há mim em quem confiar, não cabe mais há mim chamar alguém de melhor, melhor amigo, melhor amiga, melhor sobre qualquer coisa que possa ser boa. Eu desisto de forjar uma vida feliz, e de ficar rodeada de pessoas que tem sua idéias e demonstram, o problema não é elas serem demonstradas e sim o que elas são, coisas fúteis e das coisas que me interessam, as pessoas que me fazem refletir, quase nunca estão por perto, quase nunca podem me ajudar, não podem me ouvir dizer que preciso de ajuda, quero que abram seus olhos e vejam como o brilho é intenso, e por trás dessa maravilha ambulante, vou me denominar assim por que acho que é o certo, que por trás disso a dor, tristeza, remorso, medo. A raiva me corrói por dentro, e eu não vou sentir esses pedaços e cortes sem erguer minha voz e dizer que não está bem, pois o tempo está passando e um dia eu vou ficar velha, como todos. Velha e cansada, não sei e não posso dizer tantas coisas referentes a isso pois o futuro e algo desconhecido e misterioso. Não quero que aja algo me impedindo a qualquer coisa que esteja a fazer, mesmo que eu sinta a saudades de quando o não era obedecido. Para fazer ou digo para escrever essas palavras eu preciso da canção, sinfonia, solo mais triste e solitário que possa se ouvir. E para dizer, que não sei quem está me dizendo a verdade eu precisava de um momento a sós com minhas músicas, com minhas palavras gentis, além disso preciso de algo que é absolutamente tudo que não posso ter...
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