Existem faíscas quando escrevo?
Era apenas a dor o que eu sentia, dor. Uma dor horrível, que poderia chamar de carência, necessidade, impotência, frustação, vazio, a qual me obcecava, roendo-me, e que logo iria me engolir. Era como uma febre, uma crise de abstinência, essa dor impossível de ser saciada que me possuía.
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