Se disse que não tinha medo, menti.
Quando eu não tenho medo faço, faço até não dar mais, faço até que o medo aparece. E quando isso acontece tudo que fiz perde a importância pois largo tudo e continuo sem dar um ponto final e isso só destrói o meu eu, as pessoas que me importam. Mas por que o faço? Não sei dizer ou descrever, nunca vou poder saber nem entender que o medo é apenas uma sensação, o medo não pode me matar. Mas afinal eu gosto do medo, ele é como a escuridão visto por certos olhos é tão lindo e magnífico e só tem de a me favorecer. Favorecer a mim e não os outros, droga, será que é preciso esperar um momento de epifania?
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